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28 maio 2015

[Resenha ] Daisy está na cidade

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Livro: Daisy está na Cidade
Autora: Rachel Gibson
Editora: Jardim dos Livros 

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Sinopse:

"Daisy Está na Cidade - Daisy Lee Monroe está de volta a Lovett, Texas, e depois de muitos anos descobriu que pouca coisa mudou. Sua irmã continua uma louca e sua mãe ainda tem flamingos de plástico rosa no quintal. E Jackson Lamott Parrish, o bad boy que ela havia deixado para trás, ainda é tão sexy quanto antes. Ela gostaria de poder evitar este homem em particular, mas ela não pode. Daisy tem algo a dizer para Jackson, e ela não vai a lugar nenhum até que ele escute.Jackson aprendeu a lição sobre Daisy da maneira mais difícil, e agora a única palavra que ele está interessado em ouvir dos lábios vermelhos de Daisy é um adeus. Mas ela está surgindo em toda parte, e ele não acredita em coincidência. Parece que a única maneira de mantê-la quieta é com a boca, mas beijar Daisy já foi sua ruína no passado. Ele é forte o suficiente para resistir a ela agora? Forte o suficiente para vê-la sair da sua vida novamente? Ele é forte o suficiente para fazê-la ficar?"

Quando o assunto é romance contemporâneo, Rachel Gibson é especialista.
Misturando bom-humor, um romance fofo e algumas cenas mais quentes, todos os livros dá autora apesar de parecerem clichês trazem histórias na medita certa que ganham facilmente o meu coração.
“Daisy está na Cidade” se passa na pequena cidade de Lovett no Texas, um lugar onde todos os moradores se conhecem e estão diretamente ligados na vida e no passado uns dos outros.
Daisy, Jack e Steven formavam um trio inseparável desde a infância, porém os dois garotos sempre foram apaixonados por Daisy.
A amizade entre eles acaba quando durante a adolescência ela se envolve e começa a namorar Jack e após uma briga entre o casal ela se casa com Steven e abandona a cidade deixando Jack desolado.
Após a morte de Steven e passado 15 anos de sua partida, Daisy está de volta especialmente para falar com Jack, pois esconde dele um grande segredo que tem guardado durante todos esses anos.

“Para ele, nunca bastara dirigir a bicicleta tão rápido quanto ela fosse capaz de ir; ele precisava tirar as mãos do guidão, ou ficar de pé no banco. Não era suficiente correr atrás de pequenos redemoinhos de vento, poeira e folhas; ele tinha que brincar ao ar livre quando o serviço de meteorologia previa um tornado de força máxima. Ele pensava que era invencível, como o super-homem”

Jack atualmente é dono de uma oficina junto com seu irmão e foge de qualquer relacionamento sério.
Após todos esses anos ele evita pensar em Daisy a todo custo e imagina que nunca mais irá vê-la novamente e por isso se surpreende negativamente quando a vê na cidade. 
O reencontro entre eles é complicado, já que ele não quer falar com ela de jeito nenhum e ela não pretende desistir de ter essa conversa.
Assim como em quase todas as histórias de amor explosivas e que tiveram um final mal resolvido, à atração entre eles ainda é bem forte e irresistível.
Mas será que eles conseguiram deixar para trás todas as mágoas e desavenças do passado e acima de tudo se perdoarem?

“Na noite em que perdeu tudo, Jack aprendeu uma lição valiosa. Aprendeu que ninguém pode tirar de você algo que você não tenha dado para esta pessoa. Ninguém poderia fatiar você por dentro se você não lhe entregar uma faca”

Uma história deliciosa que nos faz dar boas risadas e também trás reflexões bem bacanas.
É importante perceber como a partir de um romance bem simples e previsível a autora consegue transmitir algumas lições bem valiosas e importante. 
A narrativa é feita em terceira pessoa, bem leve e rápida de ser lida sendo possível ler as suas 320 páginas em poucas horas e nem sentir o tempo passar.
Com uma história muito bem ambientada, os personagens secundários também tem o seu papel e conquistam o leitor, aliais não é a toa que a grande maioria deles acaba ganhando o seu próprio livro também. 
Daisy está na cidade é o primeiro livro da série Lovett Texas, o segundo livro que leva o título de Maluca por Você trás como protagonista  Lily Brooks, a irmã de Daisy e também já foi lançado aqui no Brasil. 
E que venha muito mais livros da Rachel Gibson por ai, pois sou completamente viciada em sua escrita. 




26 maio 2015

Top 3 - Canais Familiares

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Por várias vezes já compartilhei aqui com vocês canais no youtube que eu adoro acompanhar, porém agora chegou a vez que eleger os meus favoritos quando o assunto é vlog feito em família, com direito a esposa, marido, filhos e até animais de estimação.
Estou sempre encontrando e me apaixonando por canais novos, mas tem alguns que acompanho a muito tempo e a cada vídeo amo ainda mais.



Flávia Calina
Se me pedissem para escolher um único canal eu com certeza escolheria esse.
Acompanho a Flavinha já a um bom tempo e sou completamente apaixonada por essa família, especialmente pela fofa da Baby V.
O canal começou como a grande maioria dos outros canais femininos, com dicas de maquiagens e tags, mas aos poucos foi se transformado e hoje a Flávia Calina posta vlogs quase que diários compartilhando um pouco da sua rotina nos EUA de uma forma muito descontraída e gostosa de assistir.




Tiago e Gabi
Outro canal que mostra o dia a dia de uma família que eu adoro é o canal do casal Tiago e Babi, que começou a quase dois anos atrás com o nome de Mãe de Primeira Viagem durante a gravidez da Gabi e depois se transformou em um vlog do dia a dia assim como canal da Flavinha.
O casal paulista é muito divertido e sempre me divirto muito acompanhando os seus vídeos. 



Gisele Dal Pai
E por último um canal que também adoro acompanhar é o da Gisele, uma brasileira que vive em Londres com os dois filhos pequenos e o marido.
Os vídeos dela são bem variados, vão desde vídeos caseiros de compras domésticas e brincadeiras com os filhos até vlogs feitos na rua onde ela apresenta um pouco da cidade.

E vocês, também conhecem canais semelhantes a esse? Me indiquem nos comentários. 

19 maio 2015

[Resenha] Mar da Tranquilidade

1 comentários
Livro: Mar da Tranquilidade
Autora: Katja Millay
Editora: Arqueiro

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Sinopse:

"Nastya Kashnikov foi privada daquilo que mais amava e perdeu sua voz e a própria identidade. Agora, dois anos e meio depois, ela se muda para outra cidade, determinada a manter seu passado em segredo e a não deixar ninguém se aproximar. Mas seus planos vão por água abaixo quando encontra um garoto que parece tão antissocial quanto ela. É como se Josh Bennett tivesse um campo de força ao seu redor. Ninguém se aproxima dele, e isso faz com que Nastya fique intrigada, inexplicavelmente atraída por ele."

Desde o seu lançamento chove elogios a respeito de Mar da Tranquilidade tanto dentro da blogosfera literária como fora dela.
Uma história sobre amadurecimento e recomeço que me conquistou facilmente e também ganhou um lugar entre os as minhas leituras favoritas.
Nastya Kashnikov é uma garota de dezessete anos que após sofrer um grave trauma não fala com ninguém e está recomeçando a vida na cidade da tia, longe dos pais e do irmão mais velho.
Antissocial ela procura ao máximo fugir de todos a sua volta e para isso tem como estratégia usar roupas coladas, curtas e extravagantes para inibir que as pessoas venham falar com ela.
Já no primeiro dia em seu novo colégio um menino solitário que passa grande parte do tempo sentado sozinho em um banco chama a sua atenção.

"Pessoas que nunca passaram por merda nenhuma sempre acham que sabem como você deve reagir ao fato da sua vida ter sido destruída. E aqueles que passaram por situações complicadas acreditam que você deveria lidar com as dificuldades do mesmo jeito que elas. Como se existisse um roteiro preestabelecido para sobreviver ao inferno."

Josh já teve mais perdas e tragédias em sua vida do que qualquer outro garoto da sua idade suportaria carregar. Desde os 8 anos de idade foi obrigado a se acostumar a ver as pessoas que ama irem embora e agora tem a certeza de que seu destino é ser para sempre sozinho.
Quando não está em aula, ele passa horas em sua garagem, fazendo móveis e objetos de madeira de todos os tipos. 
Aos poucos uma aproximação entre ele e Nastya se torna inevitável e de uma forma sensível e comovente uma amizade vai nascendo entre os dois e dando espaço para que o amor e a esperança finalmente voltem a fazer parte de suas vidas.

"Acho que sempre vou estar despedaçada. Posso trocar os fragmentos de lugar, rearrumá-los, dependendo do dia, dependendo do que eu preciso ser. Posso mudar num piscar de olhos e ser muitas garotas diferentes, sem que nenhuma delas tenha que ser eu."

A ligação entre Nastya e Josh vai além do romance, pois juntos eles conseguem descobrir que sempre há um caminho para a felicidade, não importa o tamanho da sua dor e nem o quanto a sua vida foi destruída no passado. 
Mar da Tranquilidade apresenta uma história muito bem construída e elaborada onde é possível se apaixonar facilmente por todos os seus personagens. 
Apesar de ter um pouco de drama em seu enredo o livro é bem leve, gosto e rápido de se acompanhar e para muitos sua leitura pode ser feita em apenas um dia. 
Com uma narrativa envolvente e feita em primeira pessoa, com capítulos intercalados entre Josh e a Nastya o livro tinha tudo para ser clichê, mas surpreendeu bastante em seu desenvolvimento. No final me vi bastante emocionada com tudo o que li e me bateu aquela vontade de voltar e reler o livro imediatamente.

18 maio 2015

Entenda o que dizem as etiquetas das roupas

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A grande maioria das pessoas nunca parou para prestar atenção no que dizem as etiquetas das roupas não é mesmo?
Com aqueles símbolos um tanto quanto confusos e desconhecidos da grande maioria fica complicado tratar e lavar a peça adequadamente.
Mas o jornal Gazeta do Povo resolveu facilitar a nossa vida e fez um infográfico super legal mostrando o significado dos símbolos presentes nas etiquetas. 



Seguindo estas orientações ficará muito mais fácil manter as suas roupas bonitas e conservadas por mais tempo. 

12 maio 2015

[Resenha] Ligações

1 comentários
Livro: Ligações
Autora: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século

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Sinopse:

"Georgie McCool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.Talvez sempre esteve em segundo plano.Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo.Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…Será que é isso mesmo o que ela deve fazer?"

Me apaixonei pela escrita da Rainbow Rowell em Eleanor e Park e desde então desejo ler todos os livros escritos pela autora.
Em Ligações temos como protagonista, Georgie Mccool, uma mulher casada que tem duas filhas pequenas muito fofas.
Apesar de amar muito a sua família, ela é viciada em trabalho e passa grande parte do seu tempo trabalhando no roteiro de um novo seriado de comédia que irá estrear na TV americana, enquanto o seu marido Neal cuida da casa e das filhas.
Nas vésperas do Natal ela está pronta para finalmente ter uns dias de descanso e irá viajar de férias com a família para a casa da sogra, porém mas uma vez um trabalho urgente aparece e ela é obrigada a ficar na cidade enquanto vê pela primeira vez o marido e as filhas irem viajar sozinhos.

"Não era esse o sentido da vida? Encontrar alguém com quem compartilhá-la?E se você já acertou nisso, o que mais poderia dar errado? Se você estivesse ao lado da pessoa que ama mais do que tudo no mundo, o resto não acabaria sendo só cenário?"

Essa situação faz Georgia começar a repensar a sua vida e o seu casamento, afinal será que ela é mesmo tão feliz quanto aparenta? e será que está perdendo o seu marido? 
Quando decide ligar para o marido usando um antigo telefone amarelo na casa da mãe ela misteriosamente acaba falando com Neal do passado, de uma época onde os dois ainda não eram casados. 
Uma conversa que a principio parecia ser apenas uma alucinação fruto do cansaço e da solidão começa a se repetir em várias ligações dando a ela a oportunidade de reviver aquela época e tentar descobrir como salvar o seu casamento que parece estar afundando. 

"Possibilidades: 1. Alucinação persistente. 2. Sonho muito, muito longo. (Ou sonho de duração normal, mas percebido como muito, muito longo de dentro?) 3. Surto esquizofrênico. 4. Encenação acidental de em algum lugar do passado.5. Já morri? Tipo em Lost, o seriado? 6. Uso de drogas. Não me lembro de ter usado. 7. Milagre. 8. Portal interdimensional. 9. A felicidade não se compra? (Sem o anjo. Sem o suicídio. Sem a explicação quase-racional.) 10. A porra de um telefone mágico."

Com uma história simples, sem grandes reviravoltas mas muito bem construída a autora prende fácil o leitor e mostra a sua versatilidade e talento para a escrita, já que todos os seus livros possuem histórias com personagens, tramas e abordagens completamente diferentes. 
Se em Eleanor e Park temos como foco um romance adolescente, o bullying e a violência doméstica, em Ligações temos expostos conflitos familiares de quem já passou dos trinta anos e se divide entre o emprego, o marido e os filhos. 
O livro trás personagens e dramas que podemos identificar facilmente em nosso cotidiano e talvez por isso nós emocione e toque tanto, dando a prova de que muitas vezes pode se fazer um bom livro com histórias que se passam ao nosso redor. 
Só posso dizer que a autora me conquistou ainda mais e entrou com louvor para a minha lista de autoras favoritas. 




11 maio 2015

Nova depilação a laser indolor é a queridinha do momento

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A depilação a laser não é novidade para ninguém não é mesmo? Mas você já imaginou, como seria bom se além de eficiente ela também doesse menos? 
Esse novo método conhecido como Soprano XL  (que na verdade é o nome da máquina responsável por essa tecnologia) está tomando conta do mercado e ganhando popularidade principalmente entre as famosas. 
O laser tem um sistema de resfriamento que faz o ardor dos disparos ser muito pequeno, quase nulo. Além disso, os pulsos emitidos na pele têm baixos picos de energia e são aplicados em várias repetições, o que faz a depilação ser mais homogênea, efetiva e muito menos dolorida do que as aplicações feitas com o laser tradicional.


Número de sessões
Em peles mais escuras, a máquina usa energia em menor quantidade pra evitar  causar danos na pele e, por isso, o tratamento é um pouco mais extenso e demorado. Isso acontece também com quem tem pelos muito claros e fininhos. Então, não dá pra determinar uma quantidade específica de sessões, já que o número varia de acordo com a pessoa, mas no geral são consideradas cinco sessões (com intervalos de 30 a 45 dias entre cada uma) e logo na primeira dizem já ser possível ver resultado. 

Soprano x laser tradicional
Além da promessa de ser indolor por conta do método de refrigeração e repetição, o Soprano pode ser aplicado em qualquer tipo de pele, inclusive nas bronzeadas, e não causa foliculite, vermelhidão e machucados na pele. Outra vantagem é que dá pra fazer durante o ano todo e não tem problema tomar sol depois – desde que a pele esteja protegida com filtro solar FPS 30. No laser tradicional, o disparo é único, muito mais doloroso e exige mais cuidados, como não se expor ao sol durante todo o tratamento.

Contra Indicações: gestantes, lactantes e quem tiver lesões na pele e doenças como lúpus e vitiligo.

06 maio 2015

[Resenha] Dois garotos se beijando

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Livro: Dois garotos se beijando
Autora: David Levithan
Editora: Galera Record

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Sinopse:

Dois Garotos se Beijando - Baseado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids, o livro segue os passos de Harry e Craig, dois jovens de 17 anos que estão prestes a participar de um desafio: 32 horas se beijando para figurar no Livro dos Recordes. Enquanto tentam cumprir sua meta — e quebrar alguns tabus —, os dois chamam a atenção de outros jovens que também precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer. 



Ao receber Dois Garotos se Beijando de surpresa da Galera Record confesso que não fiquei muito animada para fazer a leitura, pois a sua capa e sinopse até então não haviam despertado a minha curiosidade.
Após ler e ouvir vários elogios a respeito da história resolvi então dar uma chance ao livro e acabei me surpreendendo.
Com um enredo polêmico, intenso e reflexivo, o autor descreve de forma quase poética a história de vários garotos gays que estão vivendo em diferentes estágios da vida.
São garotos de lugares diferentes que vivem histórias que se passam ao mesmo tempo e se entrelaçam.
Tem aqueles que ainda estão se descobrindo, outros que estão enfrentando o preconceito e a homofobia e também os que estão se assumindo perante os pais e a sociedade.

“O amor é tão doloroso; como podemos desejar para alguém? O amor é tão essencial; como podemos atrapalhar o progresso dele?”

O livro é narrado em primeira pessoa do plural (nós), por homossexuais que viveram em décadas passadas e em sua maioria faleceram em decorrência da AIDS. Eles já passaram pelas as aflições e anseios que os protagonistas dessa história estão passando agora e por isso estão acompanhando tudo de perto e torcendo para que eles tenham um final feliz.
Ao longo das 224 páginas conhecemos três histórias diferentes, a principal é a de Harry e Craig dois ex-namorados que hoje são melhores amigos e juntos decidem quebrar o record mundial do beijo mais longo e ficar mais de 32 horas se beijando sem parar.
Harry sempre contou com o apoio incondicional dos pais, já Craig nunca teve coragem de assumir o que é perante a família.
Enquanto acompanhamos o desafio vivido por esses dois garotos, conhecemos também outros personagens com histórias fascinantes e envolventes que nos fazem refletir bastante sobre o mundo ao nosso redor e sobre as dificuldades enfrentadas pelos homossexuais diariamente.    

“Dezenas de milhares de pessoas vão morrer antes que os remédios sejam feitos e os remédios sejam aprovados. Que sensação horrível é de essa a de saber que, se a doença tivesse afetado primeiramente presidentes de associações de pais e mestres, ou padres, ou garotas brancas adolescentes, a epidemia teria acabado anos antes e dezenas de milhares, se não centenas de milhares de vidas seriam salvas. Não escolhemos nossa identidade, mas fomos escolhidos para morrer por meio dela”.

A todo o momento senti que além de ser um livro que todos deveriam ler é um livro essencial principalmente para quem vive ou já viveu uma realidade semelhante à dos personagens, pois irão encontrar nele uma identificação capaz de acalmar nos momentos necessários e trazer respostas a possíveis dúvidas e questionamentos presentes na vida dos homossexuais.
David Levithan sabe escrever sobre o amor como ninguém e assim como me conquistou em Todo Dia foi capaz de me conquistar novamente com esta história sobre a incansável busca pelo amor, aceitação e respeito.
Uma leitura curta e rápida, porém repleta de sentimentos capaz de tocar facilmente o coração do leitor.


 
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