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29 maio 2013

Resenha: Adeus, por enquanto.


Livro: Adeus, por enquanto.
Autora: Laurie Frankel
Editora: Paralela

Sinopse:  
"A talentosa autora de Atlas do amor inova em seu segundo romance, no qual conta a história do jovem casal que estendeu seu amor para além dos limites da vida. Não é milagre e nem magia, é pura ciência da computação. Graças ao software que Sam Elling, um divertido programador do MIT, desenvolve, torna-se possível conversar com projeções perfeitas de pessoas queridas que morreram. Assim, ele ajuda sua namorada a superar a perda recente da avó, mas não esperava que um dia fosse precisar se tornar usuário de seu próprio programa..."





A principio esse livro não tinha me chamado a atenção, até que parei para ver melhor a capa e ler a sinopse e fiquei bem curiosa a respeito da história.
O livro foi lançado em Março pelo selo Paralela da Companhia das Letras e fala sobre amor, sobre perda e saudade. 
Sam é um programador em uma empresa de relacionamento on-line e resolve criar um software maravilhoso que promete ser capaz de determinar a alma gêmea de cada pessoa e aproximá-las.
O programa dá tão certo e funciona tão bem que a empresa em que Sam trabalha começa a perder os seus clientes e por conta disso ele é demitido.
Sem emprego, ele decide testar o seu programa e conhece Meredith, uma jovem triste que não está conseguindo superar a perda de sua vó Livvie.

"Uma pessoa não é um evento - pessoas não 'acontecem'. Você não é a melhor coisa a acontecer comigo. Você é a melhor coisas a acontecer no universo. Você é a melhor coisas que existe ou que já existiu. Eu nem sabia que existia felicidade como essa."

Disposto a ajudar Meredith a matar a saudade de sua avó, Sam cria um novo programa ainda mais surpreendente que o primeiro, tornando possível o contato com as pessoas que já faleceram.
É claro que a partir dai temos pela frente uma história tocante que nós faz a todo tempo refletirmos sobre a vida e pensarmos nas pessoas queridas da nossa família que já se foram.
Ao contrário do que alguns podem pensar o livro não é espírita e toda essa questão de "falar com os mortos" é lidada 100% através da tecnologia e envolve muitas questões do mundo atual.

 “Todo mundo passa mais tempo no Facebook do que com pessoas, mais tempo clicando em perfis do que saindo, mais tempo jogando tênis no videogame do que tênis de verdade, e tocando guitarra no videogame do que guitarra de verdade. As redes sociais não são tão sociais assim. Na verdade, é isolamento. Na verdade, é ficar sozinho. Então ao menos eu não sou assim, certo? Ao menos eu tenho você."

A narrativa é bem sensível e ao mesmo tempo profunda e carregada de diálogos, para quem gosta de romances que misturem drama e tenham temas polêmicos está ai uma ótima sugestão de leitura.
O livro é dividido em três partes e trás uma leitura tranquila e rápida onde cada parte trás um foco diferente dentro da história.
Apesar de ele não ter me emocionado ao ponto de chorar e nem ter se tornado um favorito é uma leitura que indico e recomendo.


2 comentários:

  1. Oi Tais!
    Eu vi uma resenha bem positiva da Pah, do Livros e Fuxicos, e foi a primeira vez que me interessei pela leitura!
    Embora você não tenha se envolvido tanto quanto ela, percebi que você citou os mesmos elementos, como os diálogos profundos e sensíveis, e acredito que eu vá gostar!
    Beijão e um bom feriado!

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  2. Oi, Tais!
    Eu solicitei esse livro e espero poder ler logo, pois só ouvi elogios.
    Também não sei se chegarei a me emocionar, mas espero gostar desta leitura =)

    Beijos!

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